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    Identidade Negra


    Atotô, Obaluaê, Atotô meu pai...

    Só mesmo no mês de agosto para tudo se renovar a este meu senhor devo muito respeito e gratidão. Ele sempre me estende a mão me dá uma transição, coisas boas uma nova forma de vida. ATOTÔ!!!!

     

     



    Escrito por Dona Preta às 13h24
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    Só as criolas

    Tia Bá ama, ama, ama a gasinha da titia



    Escrito por Dona Preta às 11h41
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    Leitura negra

    A loja Mercado África sorteará no fim do mês um exemplar do livro "Dicionário Escolar Afro-Brasileiro" do escritor Nei Lopes, aos internautas que se cadastrarem gratuitamente em seu site.
     
    Esta obra procura colocar ao alcance do público escolar, em linguagem mais acessível, informações mais pertinentes ao seu universo e à sua área de interesses, dando ênfase maior à luta contra o racismo no Brasil, por intermédio de suas organizações de militância e das iniciativas daí decorrentes. Referência imprescindível para estudantes e todos aqueles que desejam conhecer melhor a história do nosso país e resgatar a cultura africana que permeia nossas raízes.
     
    Para concorrer cadastre-se em Mercado África e boa sorte!
     
    MERCADO ÁFRICA



    Escrito por Dona Preta às 11h08
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    Reparações já!!

    Lançamento do Programa Brasil de Mediação em Conflitos Raciais

    Será lançado, em Salvador, o Programa Brasil de Mediação em Conflitos Raciais: ações afirmativas para reparar direitos.

     

    Como enfrentar conflitos raciais sem utilizar os tradicionais métodos judiciais (prisão ou indenização) de punição? O Instituto Pedra de Raio apresenta uma alternativa para o dilema do desrespeito aos direitos humanos propondo a mediação em conflitos raciais valorizando o ofendido e reparando-o com medidas e ações afirmativas. A idéia é que políticas de valorização e promoção coletiva do grupo étnico racial de pessoas ofendidas poderão ter um resultado mais vantajoso e justo para a superação do racismo e das diversas discriminações (gênero, religião, idade, credo, orientação sexual, etc.). Será lançado no dia 3 de setembro de 2009, quinta-feira, às 14h00, o Programa Brasil de Mediação em Conflitos Raciais.

    Durante o lançamento do programa, profissionais da área de Direito, Pedagogia, Psicologia, além de Agentes Sociais debaterão o tema. Entre os palestrantes, Sérgio São Bernardo - especialista em Direitos Humanos (UEFS), Mestre em Direito Público (UNB), e presidente do IPR, e Luislinda Dias de Valois, primeira juíza negra brasileira e primeira a dar sentença no Brasil tendo como base a Lei do Racismo.


    O Programa Brasil de Mediação é fruto de uma parceria entre Instituto Pedra de Raio (IPR) Justiça Cidadã; Ministério Público do Estado da Bahia (MP) e Fundo Brasil de Direitos Humanos (FBDH).  Interessados já podem entrar em contato através dos telefones (71) 3241-3851 e (71) 3243-2375, durante horário comercial.


    |SERVIÇO|
    O que: Lançamento do Programa Brasil de Mediação
    em Conflitos Raciais
    Quando: 3 de setembro, quinta-feira, 14h00

    Onde: Ministério Público do Estado da Bahia, sala 110, Nazaré, Salvador ? Bahia

    Mais informações: Tel.: 71 3241-3851 / 71 3243-2375 / 71 9993-4144;

    Sugestão de Fontes:
    Sérgio São Bernardo e Gabriele Vieira, presidente do Instituto Pedra de Raio - Justiça Cidadã Tel.: 71 9964-3542

     

    http://www.pedraderaio.org.br/



    Escrito por Dona Preta às 10h36
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    O curso é massa

    Aula Inaugural do curso de Comunicação Política e Políticas da Comunicação - 2009.2

     

    O jornalista e Prof. Edson Cardoso, editor do Jornal Irohin (Brasília-DF), fará aula inaugural do curso de Comunicação Política e Políticas da Comunicação - 2009.2, nesta terça-feira (01-09), às 18:30h, no auditório do Centro de Estudos Afro-Orientais – CEAO/UFBA, Largo 2 de Julho, Salvador-Ba. Edson Cardoso foi assessor parlamentar do ex-deputado federal>Florestan Fernandes, um dos maiores estudiosos da realidade social do país e do negro no Brasil.

     

    O curso oferecido pelo Núcleo Omi-Dùdú e Grupo de Pesquisa Permanecer Milton Santos, da Faculdade de Comunicação da UFBA, será freqüentado por 50 alunos, representantes de 33 entidades do movimento social e movimento negro de Salvador e toda região metropolitana. É gratuito, será ministrado às noites de terças e quintas-feiras, até novembro, com uma cargo horária 50 horas-aulas, nas dependências do CEAO/UFBA, sob a coordenação do Prof. Dr. Fernando Conceição. Os produtos finais serão um jornal mural e um programa de rádio, frutos do módulo de práticas de Comunicação. Conta com o apoio do Fundo Brasil de Direitos Humanos e com a parecia do Centro de Estudos Afro-Orientais – CEAO/UFBA.

     

    Tem o objetivo de colaborar para a formação e capacitação de lideranças sociais e do Movimento Negro, no que tange às especificidades da Comunicação Política e das Políticas de Comunicação em vigor no Brasil e no mundo, em um momento em que a sociedade brasileira – preparando-se para mais uma campanha eleitoral em 2010 – passa por transformações políticas que devem resultar em maior diversidade e pluralismo democrático. O foco do curso é a Comunicação e a Política, assim como a relação intrínseca dessas duas esferas cientificas.

    SERVIÇO      

    O que: Aula Inaugural do curso de Comunicação Política e Políticas da Comunicação - 2009.2

    Quando: 1º de setembro de 2009 (terça-feira), às 18:30h

    Onde: CEAO – Centro de Estudos Afro-Orientais da UFBA, Largo 2 de Julho, Salvador-Ba

    Realização: Núcleo Omi-Dùdú e Grupo de Pesquisa Permanecer Milton Santos da UFBA 

    Apoio: Fundo Brasil de Direitos Humanos e Centro de Estudos Afro-Orientais – CEAO/UFBA   >

                                     

    Contatos:

    Paula Roberta - (71) 3334-5982  / 2948

    E-mail: paulaomidudu@yahoo.com

     

    Hamilton Oliveira (Dj Branco) – (71) 9151-0631

    E-mail: cmahiphop007@gmail.com

     

    Site: www.nucleoomidudu.org.br



    Escrito por Dona Preta às 10h33
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    Mulheres negras no poder

    15/08/2009 - 12h32

    Mulheres negras têm salário menor e menos acesso ao mercado de trabalho

    Mariana Jungmann
    Da Agência Brasil
    Em Brasília

     

    A discriminação com a mulher negra no mercado de trabalho é visível quando se analisam dados como o salário e o número de vagas ocupadas por elas.

    O salário médio da mulher negra com emprego formal, por exemplo, é menos da metade do que o salário de um homem branco. De acordo com a Relação Anual de Informação Social (Rais), do Ministério do Trabalho, a mulher negra ganha, em média, R$ 790 e o salário do homem branco chega a R$ 1.671,00 - mais que o dobro.

    No número de empregos, a discriminação também é estampada pelos números. São 498.521 empregos formais de mulheres negras contra 7,6 milhões de mulheres brancas e 11,9 milhões de homens brancos.

     

    A situação dessas mulheres foi um dos temas do 1º Seminário Nacional de Empoderamento das Mulheres Negras, que termina hoje (15), em Brasília.

     
    Segundo a presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores Domésticos, Creuza Maria Oliveira, que participa do evento, essas trabalhadoras estão em situação ainda pior porque, apesar de terem emprego, não conseguem fazer cumprir as poucas leis que as protegem. "Como o ambiente em que elas trabalham é privado, não há como ter fiscalização para verificar as condições do local e como trabalham", explica.

     
    Esses direitos começam a ser desrespeitados, segundo ela, no primeiro momento, quando os patrões têm que assinar a carteira. "A carteira assinada foi a primeira conquista que nós alcançamos, há 36 anos. No Brasil, há mais de 8 milhões de trabalhadoras domésticas, mas apenas 2 milhões tem carteira assinada. Mesmo assim, há empregadores que assinam mas não que contribuem com a Previdência", diz Creuza. A violência sexual e o assédio moral são outras das violações que se seguem segundo ela.

     
    A falta de espaço para as mulheres negras na vida política também foi tema do seminário. Para a reitora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia, Aurina Oliveira Santana, a capacidade de ter o poder de decisão da mulher negra na sociedade passa por duas questões. "A primeira delas é a formação política. Precisamos que as mulheres marquem presença nos seus partidos sim. E precisamos afirmar nossos espaços", defende.

     
    Para isso, na opinião de Aurina, é preciso oferecer mais formação às negras. "A formação é a base para que essas mulheres possam se empregar e o resgatar sua auto estima. Precisamos ter uma elevação de escolaridade", conclui.

     

    http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2009/08/15/ult5772u4965.jhtm



    Escrito por Dona Preta às 11h07
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