Íntegra da "Declaração da Bahia" que diversas entidades e personalidades distribuirão no Dia Nacional da Consciência Negra, 20 de novembro. Declaração da Bahia: A igualdade racial se conquista com autonomia, e luta do povo negro Luta e resistência sempre foram características da população negra no Brasil. O movimento negro é o mais antigo movimento social brasileiro, em mais de quatrocentos anos de luta, desde os quilombos ao movimento negro contemporâneo, chegando às diversas organizações, entidades e articulações de grupos anti-racistas em nossos dias atuais. Essa longa experiência de luta acumulada desde os tempos coloniais por africanos e seus descendentes é nosso mais valioso patrimônio cultural, fonte inesgotável da resistência que opomos à continuada opressão desumanizadora do racismo. Renunciar à luta para eliminar o racismo é renunciar a nossa humanidade. O empenho em combater o racismo e superar as desigualdades raciais está na base do esforço incansável de várias gerações para construir políticas públicas reunidas e articuladas no Estatuto da Igualdade Racial. O projeto aprovado, no entanto, dá as costas ao trabalho coletivo e resulta de um arranjo negociado entre a base do governo e forças conservadoras. O que se busca alcançar é um efeito político-eleitoral com um documento meramente autorizativo, esvaziado de qualquer iniciativa que efetivamente possa vir a alterar o atual quadro de desigualdades. O que poderia ser uma conquista histórica em favor de uma sociedade efetivamente democrática e pluralista transformou-se numa peça de retórica, da qual não resultam obrigações concretas do Estado em benefício da população negra. As condições impostas pelas elites racistas se efetivaram com a retirada do texto das propostas fundamentais nas seguintes áreas: Saúde: A identificação da raça/cor em documentos do SUS, que serviria de base para traçar políticas públicas específicas; Educação: Criação de cotas em todas as universidades públicas brasileiras e nos contratos do Fies; Quilombolas: Remanescentes de quilombos teriam a propriedade definitiva das terras ocupadas; Mercado de trabalho: O Estado poderia realizar a contratação preferencial de afro-brasileiros no setor público e incentivar medidas semelhantes nas empresas privadas. Em uma licitação, o critério de desempate poderia ser o fato de empresas terem ou não ações afirmativas; Meios de comunicação: Filmes, peças publicitárias e programas de tevê teriam no mínimo 20% de afrobrasileiros. Causam indignação as declarações de algumas lideranças negras saudando, junto com parlamentares governistas e da oposição conservadora, a aprovação do estatuto, quando é evidente a vitória nesse processo das forças reacionárias e racistas. Representantes de entidades negras usaram (pseudo) poderes de "negociar", sem mandato e sem respeitar fóruns ou espaços coletivos amplos de deliberação do próprio movimento. Arrastaram entidades representativas para um processo de subordinação a políticas conciliatórias, de contenção das pressões sociais por conquistas concretas para a afirmação da cidadania negra.
Nós, Organizações e ativistas do Movimento Negro repudiamos a conciliação exacerbada que resultou na criação desse instrumento inócuo que não assegura direitos ao povo negro. Reafirmamos a defesa da autonomia do movimento negro em relação ao Estado, aos governos e aos partidos políticos. A luta estratégica do povo negro pela igualdade racial não subordina nosso projeto político. Nosso rumo é em direção a emancipação social e política do povo negro e a construção de uma sociedade multiétnica e igualitária no Brasil. A auto-organização do povo negro é a base de sustentação do nosso projeto político. Repudiamos o pacto racial que preserva os privilégios das elites brancas e racistas. Reafirmamos nossa luta por ações afirmativas e contra a discriminação de raça, gênero e orientação sexual. Repudiamos o extermínio sistemático da juventude negra, nas periferias urbanas, impetrado por uma polícia racista e a serviço das elites dominantes no Estado e a sua segregação nos espaços urbanos e rurais, configurando uma sistemática faxina étnica. Pela aprovação do sistema de cotas, promovendo o acesso de negras e negros às Universidades, aos cursos de pós-graduação e às Escolas Técnicas Federais. Pela posse definitiva e titulação das terras pelas comunidades quilombolas e tradicionais. Salvador, 20 de novembro de 2009.
Escrito por Dona Preta às 19h20
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És nosso mês

Escrito por Dona Preta às 18h07
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Ele é imortal...

Neguinho é o criador do Samba Reggae. (Foto: Marina Silva/Correio*) Neguinho do Samba, fundador do Olodum, é velado em Salvador São Paulo - Centenas de pessoas foram nesta segunda-feira (2), em Salvador, ao velório do músico Antonio Luis Alves de Souza, o Neguinho do Samba, que morreu no sábado (31) por problemas cardíacos e que é considerado o pai do samba-reggae, segundo informou a imprensa local. Neguinho do Samba morreu aos 54 anos e seu velório, na Associação Educativa e Cultural Didá, no Pelourinho, contou com a presença de centenas de fãs, amigos e familiares do músico. Neguinho do Samba será enterrado na terça-feira (3), no cemitério Jardim da Saudade, em Salvador.
O músico dirigiu o Olodum durante a gravação do vídeo clipe "They Don't Care About Us", de Michael Jackson, em 1996, no qual ele aparece regendo os tambores e ajudando o rei do pop quando é abraçado por uma fã. Em homenagem ao músico, que morava no Pelourinho, a Secretaria de Cultura de Salvador declarou três dias de luto e suspendeu as atividades culturais no ponto turístico. Fundador do Olodum e do bloco Didá do carnaval de Salvador, Neguinho do Samba é considerado o "inventor" de um "ritmo único com a cara da Bahia", o samba-reggae. Em 1990, o músico gravou junto com Paul Simon o álbum "The Rhythm of the Saints".
Escrito por Dona Preta às 14h48
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Dança de nego!!

O jongo, também chamado caxambu, tambu e batuque, é uma forma de expressão tocada, cantada e dançada, marcada na percussão de tambores. Tem suas origens na cultura dos povos africanos, principalmente os de língua bantu, e é um elemento de identidade e resistência cultural de várias comunidades formadas a partir dos escravos que trabalhavam nas lavouras de café e cana-de-açúcar do sudeste brasileiro.
Escrito por Dona Preta às 18h05
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Reaja ou será morto!!!!
Nota Pública
Campanha Nacional contra o Genocídio/Extermínio da Juventude Negra Comunicamos o Dia Regional de Mobilização Contra o Extermínio da Juventude Negra, a ser realizado nos dias 18 e 19 de outubro, do corrente ano em Salvador. Esta atividade integra a Campanha Nacional contra o Genocídio/Extermínio da Juventude Negra, coordenada pelo Fórum Nacional de Juventude Negra visando gerar em dimensão midiática, a sensibilização da sociedade às ações de combate e prevenção da violência racial destinada à Juventude Negra.
A Campanha no Nordeste é realizada em parceria com o Instituto Cultural Steve Biko, e surge como um instrumento de luta contra o racismo institucional orquestrado, sobretudo, pela policia brasileira. Emana em oposição ao extermínio dos jovens negros, encarceramento desproporcional da população negra; ao femicidio que vitima as jovens mulheres negras, a homo/lesbofobia que tem como alvo preferencial os homoafetivos negros (as) - no intento, da construção de uma política de segurança que respeite o povo negro e seja compatível com um Estado Democrático e de Direito.
Para que este objetivo político seja potencializado estamos criando mecanismos de fortalecimento das organizações juvenis no Nordeste, ocasionando os "dias de mobilizações territoriais", haja vista detectamos que, embora exista o conhecimento da escandalosa letalidade de jovens negras (os) nas regiões metropolitanas, não se constata ações políticas voltadas para áreas interioranas, rurais, quilombolas invisibilizadas pelos governos.
Em concordância ao que foi explicado, pedimos às organizações negras, em especial àquelas já renomadas pelo importante embate frente ao genocídio do povo negro a nos acompanhar nesta ação de luta pela garantia da vida jovem, ceifada cotidianamente pela mão branca do Estado, pelo sensor de pretos dos cacetetes e revolveres policiais e, pelas "autas" resistências institucionais em prover políticas eficazes de superação das assimetrias sociais, cuja função tem sido injetar as drogas nas comunidades empobrecidas pelo sistema econômico do País.
Por fim, dispomos nossos contatos, a fim de que Você possa nos contatar, colaborar financeiramente, acompanhar nossas ações e fortalecer esta Campanha pela vida dos jovens, em nome dos nossos ancestrais, espíritos guerreiros que requerem corpos pretos para materializar na luta, uma nação que não expurgue o povo, que ponha fim na criminalidade desta droga de Estado e deste doloso Governo.
Escrito por Dona Preta às 12h50
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Justiça Trabalhista tem dificuldade em reconhecer racismo, diz sociólogo Gilberto Costa Repórter da Agência Brasil - http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/09/23/materia.2009-09-23.8600733476/view Brasília - A Justiça brasileira é resistente a reconhecer o racismo em processos de ação trabalhista. A conclusão é do cientista social Santiago Falluh Varellado que analisou autos de processos na Justiça Trabalhista de ações contra os cinco maiores bancos do país, por racismo, em tese de doutorado defendida no Departamento de Sociologia da Universidade de Brasília (UnB). Na amostra analisada, nenhum banco foi condenado. De acordo com o pesquisador, que também é assessor do procurador-geral do Trabalho, Otavio Brito Lopes, magistrados são resistentes a qualquer pedido de reparação de direitos coletivos em processos sobre racismo, porque “não concordam que isso seja um problema". "É comum reputar o racismo a coisas muito pouco concretas”, afirma. “É muito difícil reconhecer o racismo como problema nos votos e nas declarações orais. É muito fácil enfatizar o caráter miscigenado da sociedade brasileira.” Na avaliação do sociólogo, o Judiciário tem dificuldade em entender a discriminação racial como fenômeno cultural e reduz o racismo a causas individuais ou a causas que não geram responsabilizações. “São culpados a história ou o Estado brasileiro, genericamente. Há ineficiência nas punições contra as ofensas racistas”, diz Santiago Varellado que apresentará a pesquisa no próximo mês durante o 33º Encontro Anual da Associação de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (Anpocs), a ser realizado em Caxambu (MG). Para o pesquisador, o efeito é a “discriminação indireta” e o “racismo institucional”. Ele lembra que o Brasil já foi condenado publicamente pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA) em 2006 por “omissão das autoridades públicas” e “impunidade” em um caso de discriminação racial ocorrido em São Paulo. Apesar das dificuldades do Judiciário em reconhecer o racismo, Santiago Varellado não acredita que o Supremo Tribunal Federal (STF) acabe com as políticas afirmativas nas universidades federais. “Há um grau de consolidação considerável”, avalia. O STF marcou para o início de março do próximo ano as audiências públicas para ouvir organizações da sociedade civil sobre a ação do Democratas contra a política de cotas da UnB. Entidades ligadas ao movimento negro e aos direitos humanos pedem ao STF para serem ouvidas no processo. No último dia 18, o Instituto de Advocacia Racial e Ambiental; a Sociedade Afro-Brasileira de Desenvolvimento Sóciocultural; o Instituto Casa da Cultura Afro-Brasileira; o Instituto de Defensores dos Direitos Humanos, e a organização não governamental Criola pediram ingresso como amicus curiae [parte interessada] na ação. Edição: Lílian Beraldo
Escrito por Dona Preta às 12h42
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E a cigana migrou...
Amiga querida que me faz rir de mim mesma e das nossas leseras e merdas me faz achar que a vida é uma festa que alegra nossos momentos e me faz vê que a vida é louca e que devemos nos deixar enlouquecer um pouco para não pirar... Os caminhos foram feitos para serem trilhados que nesta tua nova jornada encontre pessoas de luz e tenha muito sucesso, és uma pessoa que brilha sem precisar de holofotes, estrela de luz própria. Saiba que para qualquer coisa que precisar estarei aqui não para dizer vá em frente e sim vou contigo! Ela tem alma de cigana nasceu para migrar rumo a fora. Te amo e sabe disso e quero que receba meu axé da minha roda de xirê e bato paó poara você minha cigana linda... Boa sorte e unidas pelo coração... 
Ela foi para São Paulo e me deixou na saudade e essas palavaras aqui: Poxa vou sentir saudades de você!....só tenho mais uma semana na terrinha, nem acredito que vou morar tão longe...mas, nunca vou esquecer dessa amiga trilouca, que demorei um pouco de entender e compreender...bom, olhar pra você e lembrar das risadas, das conversas, da tiração de sarro, das maluquices...bom, olhar pra você é lembrar do nosso tempo de graduação, na esperança de ser alguém...e que tenho certeza que independente do lugar, vamos ser muito felizes, eu vou tá em sampa, mas estarei sempre em sintonia com você, no pensamento, no desejo de sorte, no amor, na amizade....somos malucas, mais somos persistentes, e não abaixamos a cabeça para ninguém...estamos sempre em busca do melhor...e você sabe que pode contar comigo sempre, para o que dê e vier...não somos irmãs de sangue, mas de alma somos e quero que isso se eternize...se liga negona, ainda vamos fazer sucesso nesse mercado midiático, quer apostar? te amo muito, e nunca esqueça de sua amigona do peito...minha corrente, minha brother, thudoooooooooooo de bom...
Escrito por Dona Preta às 10h31
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É nós no DVD e os playboy na fita...

Escrito por Dona Preta às 10h19
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Aumentem o volume...
Novo CD de Johnny Ramos em Luanda O Cd mais quente do Momento 
Compre ja os Cd de Johnny Ramos nos Locais Habituais ...
Stromp Discoteca Valodia Made in Angola Multi Sons RMS (Belas Shopping) Sony Music Bomba Da Marginal Site Official: http://www.just-jay.com/ Contactos para Shows: Holanda: Tanacha - 0031-62-266-5876 Angola: Olavinho Eventos - 00244-928-891-243
Escrito por Dona Preta às 12h05
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Se joguem meninas

BANDA SIMPLES RAP´ORTAGEM EDITAL AUDIÇÃO NOVA VOCALISTA N° 02/2009 Em virtude de não ter selecionado a vocalista na primeira audição, a Simples Rap’ortagem fará nova seleção, a fim de encontrar a candidata com o perfil ideal, conforme exposto abaixo. Vale ressaltar que a Simples, como é conhecida, vem se destacando, ao longo desses 15 anos, no gênero, pelo profissionalismo e pela produção musical que valoriza a criatividade poética, além de incorporar elementos regionais da cultura afro-baiana e nordestina. Seu repertório traz canções que ressaltam o respeito aos valores regionais nordestinos, o fortalecimento dos referenciais de negritude, a valorização de um Hip-Hop brasileiro e a necessidade de emancipação feminina. Ritmo com poder de sensibilização, aliado a um conteúdo forte, reflexivo, agraciado com a irreverência constituem a Simples Rap’ortagem. DATAS DAS ETAPAS A primeira etapa da audição será dia 03 de outubro de 2009, das 8h às 14h. A segunda etapa será dia 17 de outubro de 2009, das 8h às 14h. Parágrafo único: As datas das etapas da audição poderão ser modificadas a qualquer momento. LOCAL Espaço Xisto Bahia – Biblioteca Central dos Barris, Centro, Salvador – Bahia. Parágrafo único: As candidatas de outras cidades interessadas em participar da audição deverão arcar com suas despesas pessoais. - INSCRIÇÃO
As inscrições serão encerradas no dia 19 de setembro de 2009. As interessadas poderão inscrever-se de 02 maneiras: o através de e-mail, deverão enviar seus contatos (número de telefone residencial, celular e e-mail) para: escritorioepa@yahoo.com.br; o através do Orkut, deverão deixar seus contatos (número de telefone residencial, celular e e-mail) no tópico específico “Audição da nova vocalista”, na comunidade oficial da Simples Rap’ortagem.
Escrito por Dona Preta às 12h01
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Fique sabendo:
Esperança para a África do Sul Durante anos, a África do Sul foi motivo de piada internacional por causa de sua postura absurda em relação à epidemia de Sida. Agora, aquele pesadelo nacional pode estar a terminar. O novo governo do presidente Jacob Zuma parece ter uma visão mais clara do que seu antecessor sobre o problema, suas soluções e a necessidade de melhoria do sistema de saúde como um todo. "Consertar o que está quebrado não será fácil, mas nos sentimos encorajados pelos sinais de compromisso em se fazer isto." Para entender aonde os líderes sul-africanos chegaram, é preciso relembrar de onde vieram. O presidente anterior, Thabo Mbeki, deixou um histórico que ainda é difícil de entender: ele abraçou teorias malucas que disputavam o facto de que a Sida é transmitida por um vírus tratável. Ele insistia que drogas antiretrovirais são tóxicas e encorajava o uso de remédios à base de ervas inúteis. Ele chegou a reivindicar até mesmo que não conhecia ninguém com a doença, embora quase 20 por cento da população adulta esteja a viver com o HIV. Milhares de africanos foram desnecessariamente infectados e morreram. E o país mais influente da África subsaariana desperdiçou a oportunidade de conter a epidemia da Sida. Embora tenha menos de um por cento da população mundial, a África do Sul agora representa 17 por cento do fardo das infecções mundiais pelo HIV. Uma postura mais sã começou a tomar forma no ano passado, depois que Mbeki foi forçado a abandonar a presidência e Barbara Hogan foi nomeada ministra da saúde. Na semana passada, o novo ministro da saúde, Dr. Aaron Motsoaledi, foi ainda mais adiante. Ele aceitou uma crítica de cientistas sul-africanos, que disseram que a postura do partido governante do Congresso Nacional Africano em relação à Sida e aos cuidados médicos está cheia de problemas, e prometeu acções para remediar isto. "Nós assumimos responsabilidade pelo que aconteceu e responsabilidade sobre como iremos avançar", disse Motsoaledi num artigo de Célia Dunger para o The Times. Os líderes da África do Sul têm que aderir a conselhos sensatos e com base científica a respeito da Sida e colocar em acção programas que busquem tanto tratar quanto prevenir a doença. Isto significa ampliar os esforços para impedir que mães infectem seus bebés, desencorajar as pessoas de manter relações sexuais com múltiplos parceiros e oferecer a circuncisão aos homens, um procedimento cirúrgico relativamente simples que comprovadamente reduziu o risco de infecção na África do Sul. O problema é maior que a Sida. Ainda que a África do Sul gaste mais em saúde do que qualquer outro país africano, a tuberculose é excessiva e os índices de mortalidade infantil estão a subir. O governo tem que trabalhar para melhorar a qualidade dos cuidados médicos, garantir que todos os sul-africanos tenham acesso ao sistema e demitir funcionários incompetentes. Nada disso irá reverter os danos e mortes do desastroso legado de Mbeki, mas pode oferecer às pessoas da África do Sul um futuro melhor. New York Times – 31.08.2009
Escrito por Dona Preta às 11h54
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Atotô, Obaluaê, Atotô meu pai...
Só mesmo no mês de agosto para tudo se renovar a este meu senhor devo muito respeito e gratidão. Ele sempre me estende a mão me dá uma transição, coisas boas uma nova forma de vida. ATOTÔ!!!!
Escrito por Dona Preta às 13h24
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Só as criolas

Tia Bá ama, ama, ama a gasinha da titia
Escrito por Dona Preta às 11h41
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Leitura negra

A loja Mercado África sorteará no fim do mês um exemplar do livro "Dicionário Escolar Afro-Brasileiro" do escritor Nei Lopes, aos internautas que se cadastrarem gratuitamente em seu site. Esta obra procura colocar ao alcance do público escolar, em linguagem mais acessível, informações mais pertinentes ao seu universo e à sua área de interesses, dando ênfase maior à luta contra o racismo no Brasil, por intermédio de suas organizações de militância e das iniciativas daí decorrentes. Referência imprescindível para estudantes e todos aqueles que desejam conhecer melhor a história do nosso país e resgatar a cultura africana que permeia nossas raízes. MERCADO ÁFRICA |
Escrito por Dona Preta às 11h08
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Reparações já!!
Lançamento do Programa Brasil de Mediação em Conflitos Raciais
Será lançado, em Salvador, o Programa Brasil de Mediação em Conflitos Raciais: ações afirmativas para reparar direitos. Como enfrentar conflitos raciais sem utilizar os tradicionais métodos judiciais (prisão ou indenização) de punição? O Instituto Pedra de Raio apresenta uma alternativa para o dilema do desrespeito aos direitos humanos propondo a mediação em conflitos raciais valorizando o ofendido e reparando-o com medidas e ações afirmativas. A idéia é que políticas de valorização e promoção coletiva do grupo étnico racial de pessoas ofendidas poderão ter um resultado mais vantajoso e justo para a superação do racismo e das diversas discriminações (gênero, religião, idade, credo, orientação sexual, etc.). Será lançado no dia 3 de setembro de 2009, quinta-feira, às 14h00, o Programa Brasil de Mediação em Conflitos Raciais.
Durante o lançamento do programa, profissionais da área de Direito, Pedagogia, Psicologia, além de Agentes Sociais debaterão o tema. Entre os palestrantes, Sérgio São Bernardo - especialista em Direitos Humanos (UEFS), Mestre em Direito Público (UNB), e presidente do IPR, e Luislinda Dias de Valois, primeira juíza negra brasileira e primeira a dar sentença no Brasil tendo como base a Lei do Racismo. O Programa Brasil de Mediação é fruto de uma parceria entre Instituto Pedra de Raio (IPR) Justiça Cidadã; Ministério Público do Estado da Bahia (MP) e Fundo Brasil de Direitos Humanos (FBDH). Interessados já podem entrar em contato através dos telefones (71) 3241-3851 e (71) 3243-2375, durante horário comercial.
|SERVIÇO| O que: Lançamento do Programa Brasil de Mediação em Conflitos Raciais Quando: 3 de setembro, quinta-feira, 14h00
Onde: Ministério Público do Estado da Bahia, sala 110, Nazaré, Salvador ? Bahia
Mais informações: Tel.: 71 3241-3851 / 71 3243-2375 / 71 9993-4144;
Sugestão de Fontes: Sérgio São Bernardo e Gabriele Vieira, presidente do Instituto Pedra de Raio - Justiça Cidadã Tel.: 71 9964-3542 http://www.pedraderaio.org.br/
Escrito por Dona Preta às 10h36
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