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    Identidade Negra


    Vamos dançar!!



    Escrito por Dona Preta às 11h15
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    Levando a vera:

    Alvos prediletos dos grupos de extermínio e das ações violentas de alguns policiais, a juventude negra está no topo dos índices que revelam as desigualdades sociais e raciais do nosso país.

    Por: Maira Azevedo - Coordenadora Estadual de Comunicação da Unegro-Bahia

     

     

     

    Sinônimo de inconseqüência e futilidade foi assim que a mídia definiu a juventude brasileira nos últimos anos. Basta ligar o aparelho de TV ou adquirir qualquer publicação destinada ao público jovem que se pode constatar a visão que insistentemente é passada sobre cerca de 20% da população. As preocupações, as ações e os sonhos são todos pautados pelo consumo exacerbado, como se a única inquietação juvenil fosse ter a roupa da moda, o tênis da vez ou ainda freqüentar os lugares badalados.

     

     Mas, dentro deste universo existe um outro percentual, que representa aproximadamente 7% de brasileiros e brasileiras e que possuem um outro sonho. Um sonho que e a primeira vista pode parecer simples e banal, entretanto vem se tornando cada vez mais difícil, O DIA SEGUINTE. Essa é a realidade dos jovens negros, com idade entre 15 e 24 anos, que representa cerca de 15 milhões de pessoas e que todos os dias, quando conseguem chegar em casa, têm motivos para comemorar. Conseguiram a façanha de vencer as estatísticas. É um sobrevivente do sistema perverso, que silenciosamente aniquila a juventude negra brasileira.  

     

    Alvos prediletos dos grupos de extermínio e das ações violentas de alguns policiais, a juventude negra está no topo dos índices que revelam as desigualdades sociais e raciais do nosso país. Somos nós, jovens negros que vivemos sob o jugo das famílias consideradas pobres e miseráveis, que recebemos os salários mais baixos do mercado e também os primeiros a serem escolhidos na hora da demissão, e ainda, no caso das jovens negras, as que morrem nas clínicas de abortos clandestinos.

     

    Entre as medidas atuais de extermínio da juventude negra, temos a campanha a favor da redução da maioridade penal. A consciência dos privilégios da elite branca brasileira é tamanha, que existe todo um setor conservador conspirando e usando as instâncias de poder para legitimar mais um crime coletivo. Querem sentenciar ao cárcere de seres humanos, aqueles que são, muitas vezes, mais vítimas do que algozes. Destinar a juventude negra às "penitenciárias juvenis", conhecidas como casas de recuperação, que são verdadeiros depósitos de crianças, e como não poderia deixar de ser, na sua maioria negra e pobre. 

     

     Porque dentro de um largo contingente de jovens negros, que cometem algum tipo de delito, e são rapidamente cunhados de criminosos, facilmente se encontra meninos e meninas que não tiveram oportunidades. Exemplo contrário foi o caso do grupo de 5 amigos cariocas, moradores de condomínios de luxo, na zona sul do Rio de Janeiro, que espancaram e roubaram a empregada doméstica Sirley Dias, pelo bestial motivo de que se tratava de uma prostituta. Mas, para os que subjugam as leis, essas coisas não foram crimes, mas sim, simples brincadeiras de mau gosto. Pois, como bem definiu o pai de um dos criminosos que atacaram a empregada, "eles só queriam se divertir".   

     

    Bom, eu preciso dizer a esse pai desavisado, que muitos dos meus irmãos, jovens negros, que são levados a praticar delitos, não o fazem por diversão. Mas, sim pela busca do direito que lhe foi subtraído de poder se alimentar, de garantir sua sobrevivência e poderem colocar em prática, ainda que por mal traçadas linhas, o artigo 5 º da constituição, o seu direito de ir e vir, na certeza que não será  um dos escolhidos dos grupos de extermínios, das ações de policiais truculentos, que não se tornará  mais uma vítima das chacinas, que já são recorrentes na nossa cidade, ou ainda ser escolhido como o alvo da diversão desses grupos de jovens, que sempre tiveram acesso a tudo, e ainda assim, teimam em tirar, daqueles que socialmente não têm nada, a única coisa que lhes resta, a sua dignidade ou a sua vida.

     

    E é por isso que a juventude negra brasileira tem pressa, mas uma pressa diferente de tudo. Não é a espera de uma festa, de mais um programa ou de uma nova roupa. Tem pressa de viver. De ter a certeza que terá direito ao seu dia seguinte. De que o silêncio dos bons que impera sobre seu genocídio, lento, gradual e programado será quebrado. Porque não falar sobre isso é compactuar com o modelo perverso que prevalece e nos mata aos poucos.

     

    Queremos ter o poder de decidir o nosso destino. E estamos nos organizando para isso, formando frente de batalhas, contra o sistema. Ocupando espaços que historicamente decidiram que não seria ali o nosso lugar. E dando passos para que o dia seguinte, não seja mais apenas uma vitória contra as estatísticas e sim a implantação de uma sociedade verdadeiramente democrática.

    http://www.unegro.org.br/texto.asp?id=188



    Escrito por Dona Preta às 16h33
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    Que toquem os atabaques

     

     

     

     

    Muita Kizomba pela frente...



    Escrito por Dona Preta às 10h43
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    Força e luz no seu reinado e que compartilhe comigo. Saravá! Axé

     

     

    Que em 2009 tudo INOVE. Okearô!!! Deixo nas suas mãos meu caçador...Abra meus caminhos...

    Quem é esse caçador que sempre beira no meu rio???

     

     

     



    Escrito por Dona Preta às 14h37
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    Texto que fiz para colocar no meu video sobre a feira de São Joaquim

       É dia de Feira

          * Por Suzana Tavares

    Se você estiver vindo a Bahia tem que ir a feira de São Joaquim onde irá conhecer o verdadeiro povo baiano. Tudo começou ao lado do sétimo armazém das Docas, no bairro do Comércio, que deu origem à Feira de São Joaquim. A“Feira do Sete” como era conhecida e logo depois  Feira de Água de Meninos.

    Pessoas andando de um lado para outro, vozes que se misturam, ruas com os nomes de produtos baianos - rua do coco, das cerâmicas, da farinha. Aqui tem de tudo: Panela, porco, banana, manga, cachaça, ovo, galinha, tempero, cabra, incenso,cigarro de palha, receita de magia para o amor, receita de magia para o dinheiro, receita de magia para o mau olhado.... É estamos na feira de São Joaquim em Salvador!

    A feira é um retrato da cidade. A variedade que encontramos retrata, de maneira singular, a identidade de Salvador, o jeito de ser baiano, possibilitando um melhor conhecimento sobre a cidade e sua cultura. É o jeitinho do povo do recôncavo aqui é o jeitinho do povo do semi-árido alí é o soterapolitano que junta tudo e mostra a sua baianidade.

    Tem fruta, tem verdura, tem peixe, tem carne, tem santo, tem orixá, tem “causos”, tem história, tem música, tem erva, tem pimenta malagueta, tem baiano de verdade, tem segunda, terça, quarta, quinta, sexta, sábado e domingo... é assim a Feira de São Joaquim, de tudo tem um pouco e todo dia é dia feira.

    Localizada na Avenida Frederico Pontes, no bairro do Comércio, a Feira é um centro comercial popular e um ponto de encontro para muita gente, que pode usufruir de uma vista para o mar em alguns pontos da Feira, comer uma boa comida baiana, tomar uma pinga da boa e "prosear" bastante.

    Antiga Feira de Água de Meninos, a Feira de São Joaquim é mais que um mercado aberto ao ar livre é um cenário popular e colorido, importante para a cultura da Capital baiana. A Feira já faz parte dos pontos turísticos de Salvador .



    Escrito por Dona Preta às 10h47
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    Mês dos meus meninos

    Os Ibejes são filhos de Iansã com Xangô onde a dona dos ventos deu para Oxum criar. Destes erês vem minha inocência. E se a profecia for completa minha primeira barriga será de gêmeos...



    Escrito por Dona Preta às 12h03
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    Meu pai abre meus caminhos porque tá estreito

    Estou esperando meu pai Ogum as coisas não estão boas não. Não estou nem boa com sua cara...



    Escrito por Dona Preta às 14h20
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    Neguinha assanhada do cabelo de molinha...

    A força simbólica do cabelo para os africanos continua de maneira recriada e ressignificada entre nós, seus descendentes. Ela pode ser vista nas práticas cotidianas e nas intervenções estéticas desenvolvidas pelas cabeleireiras e cabeleireiros étnicos, pelas trançadeiras em domicílio, pela família negra que corta e penteia o cabelo da menina e do menino. Pode ser vista também nas tranças, nos dreads e penteados usados pela juventude negra e branca. Se no processo da escravidão o negro não encontrava no seu cotidiano um lugar, quer fosse público ou privado, para celebrar o cabelo como se fazia na África, no mundo contemporâneo alguns espaços foram construídos para atender a essa prática cultural. (GOMES N. L. 2003)

     

    O cabelo é um marcante indício de procedência étnica, é um dos principais elementos biotipológicos na construção da pessoa na cultura. O negro quando assume o seu cabelo de negro assume também o seu papel na sociedade como uma pessoa negra. E ser negro no Brasil e no mundo, convenhamos, é ainda um duro caminho trilhado por milhares de afro descendentes.(LODY, R. 2004, p.125)



    Escrito por Dona Preta às 15h22
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    Preciso de música na minha vida e dançar balê para vê se alguma coisa gira...

    Ciranda, cirandinha vamos todos cirandar... 



    Escrito por Dona Preta às 14h32
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    Me dê a cura meu senhor

    Ossain é o Orixá guardião de todos os segredos das folhas, raízes e cascas.

     

    É a Divindade das folhas medicinais e liturgias. Detentor do axé (força, poder, vitalidade). É o dono do segredo e das folhas, é considerado o médico do ALTO CANDOMBLÉ.

     

    OSSAIN é o ORIXÁ das folhas e da medicina graças a IANSÃ todos o ORIXÁ tenha seu folha, em princípio OSSAIN continua sendo o dono delas. Há folhas para tudo: para cada tipo de doença, de desgraça ou de bem, para conseguir a felicidade, dinheiro, longevidade. As folhas são sempre portadoras de AXÉ e no CANDOMBLÉ sem elas e sem OSSAIN nada se faz - portanto, OSSAIN é o dono do AXÉ!

     

    Sua cor é verde e seu dia segunda-feira. Na sua qualidade de senhor da vegetação, ele está ligado com a terra. É um ORIXÁ atónico, como OMULU ele manca ou não tem uma perna. Seu metal é o ferro. Está profundamente relacionado com a cabaça - que representa a matriz cósmica, onde guarda suas folhas e seu poder. Está associado aos pássaros. Usa uma coroa com um pássaro em cima. Convém lembrar que o símbolo das feiticeiras é uma cabaça na qual está encerrado um pássaro que simboliza seu poder e executa os trabalhos que elas determinam. OSSAIN representa, pois, o poder mágico da cabaça - gestação.

     

    É o ORIXÁ da medicina, aquele que com suas folhas fabrica remédios, encantos, talismãs e cura de doentes. O conhecimento das folhas é a parte mais secreta do CANDOMBLÉ. OSSAIN usa na cabeça uma coroa de metal prateado ornada com um pássaro, leva na cintura cabaças onde guarda seus remédios, e leva numa mão uma grande cabaça prateada e noutra uma ferramenta de sete pontas e um pássaro na ponta central. É o ORIXÁ dos médicos e cientistas.

     

     

    Saudação: Kosi ewe, kosi Orisa! (sem folha, não há Orixá).



    Escrito por Dona Preta às 19h37
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    Vamos, vamos?

     



    Escrito por Dona Preta às 11h10
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    Salvador, Bahia
    Segunda-Feira , 01/09/2008

    1º Caderno

    O papel da reparação

     

    LUIZ CARLOS SUÍCA

     

    A Secretaria Municipal da Reparação (Semur) de Salvador é a instância responsável por articular, junto às instituições governamentais e não-governamentais, políticas públicas de promoção da igualdade racial.


    Como acompanho e participo da luta em combate ao racismo, li com muita atenção o artigo da subsecretária da Semur, Maria Alice Pereira da Silva, publicado aqui neste espaço recentemente.


    Concordo quando ela diz que políticas afirmativas devem ser tratadas como prioridades de governo e que devem estar acima das questões político-partidárias e recomendo o aumento do orçamento da Secretaria Municipal da Reparação, pois trata-se do menor de toda a prefeitura.


    Ela afirma que existe um resgate aos projetos desenvolvidos pela Semur, porém não conheço nenhuma empresa que tenha recebido o Selo da Diversidade, e tempo para isso houve.


    Até mesmo o coordenador que vinha desenvolvendo o projeto foi exonerado e substituído para atender aos acordos políticos-partidários que a subsecretária diz combater.

    Sabemos que o Programa de Combate ao Racismo Institucional (PCRI) é financiado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), uma das 18 agências, fundos e programas da ONU (Organização das Nações Unidas) presentes no Brasil. Para que ele tivesse sucesso, seria necessário haver uma transversalidade com todos os órgãos públicos, principalmente os da Prefeitura de Salvador.

    O que foi feito dos comitês setoriais? Pelo que me consta, há muito tempo eles não se reúnem, e parece-me também que o dinheiro do Pnud já não existe mais. Portanto, o PCRI não continua firme e forte, ao contrário, está fraco.

    Fico feliz em saber da “pujança” de projetos que a Semur está vivendo. Eu e os demais moradores de Salvador gostaríamos, porém, de saber quais são os tais projetos, quando serão implantados e o resultado prático deles para saber se a pujança não é apenas virtual.


    Um dos programas em andamento em outra gestão da Semur foi a plantio de Baobá, árvore sagrada para os seguidores de religiões de matriz africana. Para os adeptos dessas religiões, entre os quais me incluo, aos pés do Baobá os orixás, especialmente Omolu, durante as peregrinações, paravam para descansar das caminhadas, alimentar-se e ainda curar determinadas doenças. A Semur tem acompanhado o crescimento dessas árvores, que tanto significa para o povo de santo? Ampliou o programa? Fez o memorial dos Baobás plantados? Sou um eterno otimista e espero que a Semur reencontre um caminho de ação efetiva e atue com transparência em benefício da cidade, em especial da população afrodescendente. Só assim a Semur vai deixar de ser um local apenas para pagar salários a alguns e cumprir o papel para o qual foi criada, que é o de articular políticas públicas de promoção da igualdade racial.

     

    LUIZ CARLOS SUÍCA é coordenador dop Depto. Jurídico do Sindilimp-BA (Sind.dos Trab.em Limp.do Est.da Bahia)

     

    Veja mais em http://www.sindilimpba.org.br

    e em http://opiniaosuica.blogspot.com/ 



    Escrito por Dona Preta às 11h07
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    Amo esses dois: Ronaldo e Yemanjá

    Uma certa vez de grande perigo na minha vida um Erê saiu do terreiro atravessou a rua e bateu na porta da casa de Ronaldo chamando a mãe dele dizendo que eu iria passar por uma dificuldade mas que viria alguém que iria me tirar de lá aí chegou um amigo que traz uma Yemanjá e me tirou da sequência. Eu nem sabia que era tão protegida assim eu nem sabia que os Orixás cuidavam tanto de mim e foi nesse dia que tive a revelação que minha Oxum Apará trazia uma Iansã Balê e que está reinando este ano de 2008 junto com Ogum Cherok (Ogum brabo) que veio me cobrar uns pedidos que tinha feito em 2002 e tinha me esquecido (pediu tá pedido não pode ficar arrempendido). A minha Iansã Balê se revelou para mim em sala de aula através de uma teoria Ontologia e Sistemas ordenada pela teoria e lei do acaso um papo tão louco que só comigo mesmo para acontecer aí tive a confirmação também que minha Pomba Gira (Dama da Noite) estava encostada eita mulher liiiiinda me fez brilhar e passar por um dos momentos que nunca irei esquercer na minha vida, um momento mágico me senti tão feliz como a tempos não me sentia, mas ela se foi em fevereiro lógico tinha que Yemanjá está no meio só as águas mesmo para me acalmar

    Ronaldo meu anjo mensageiro das águas o primeiro que viu que os Orixás estavam me cobrando sempre brinquei com Ronaldo dizedo que era para ele fazer a cabeça porque ele seria meu pai de santo começei a frequentar o axé com ele. Temos uma ligação muito forte muita força e luz para sua Yemanjá meu amigo querido filho das águas que tudo se torne possivel as águas pode tudo. Odoya!!!



    Escrito por Dona Preta às 16h19
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    Muita história para contar

    IDENTIDADE COM O BRASIL

    Os africanos chegaram ao Brasil por volta do século XVI, principalmente para trabalhar nas plantações de cana-de-açúcar quando o sistema escravagista movia o mundo. A maioria era prisioneiro de guerras entre as nações africanas, vendidos pelos vencedores a comerciantes europeus que por sua vez transladavam os mesmos para desbravar as Américas. Os nigerianos, particularmente os Yorubas (da Costa Ocidental da África) vieram entre a segunda metade do século XVIII e a primeira do XIX. Nessa época, o tráfico de africanos já era clandestino, com o comércio de commodities substituindo o escravagista. Mesmo assim, vindo em milhares, eles deixaram um traço hegemônico da sua cultura no Brasil, principalmente no mundo religioso, predominando também como grupo populacional, principalmente na Bahia.

    As suas culturas, tradições, costumes, culinária, dança, música e vestuário visíveis nas ruas de Salvador são legados deixados pelos mesmos. Há também uma forte presença de descendentes brasileiros na Nigéria, principalmente na antiga capital, Lagos, onde a arquitetura, nomes portugueses dados a brasileiros em ruas, pessoas e bairros dão a impressão muitas vezes de se estar no Brasil.

     

    Por Ana Alakija. AGENCIA AFRO-LATINA E EURO-AMERICANA DE INFORMAÇÃO (ALAI). Informações 71 9131-6985



    Escrito por Dona Preta às 12h57
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    Minha senhora estou esperando...



    Escrito por Dona Preta às 16h19
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